Homenageando Mães, Salvando Vidas: A História do Mês, Semana e Dia de Conscientização sobre o Suicídio Materno
Por Kristina Dulaney, fundadora da Cherished Mom
Quando comecei minha jornada de advocacy em saúde mental materna, uma verdade se destacou e se tornou impossível de ignorar: O suicídio materno é uma das principais causas de morte no primeiro ano após o nascimento do bebê. Apesar desse fato devastador, o assunto raramente foi discutido, muitas vezes ignorado e, muitas vezes, envolto em estigma e silêncio.
Esse silêncio foi o que levou à criação de Mês, semana e dia de conscientização sobre o suicídio materno—momentos dedicados para esclarecer as mães que perdemos, apoiar as famílias afetadas e nos unir em torno da necessidade urgente de mudança.
As origens da conscientização sobre o suicídio materno
Em 2015, tive psicose pós-parto quando estava 5 meses e meio após o parto. No auge dessa doença, cheguei perigosamente perto de perder a vida. Sobreviver àquela fase me mudou para sempre — abriu meus olhos para a realidade aterrorizante de que muitas mães não conseguem superar a crise.
Nos anos que se seguiram, fundei querida mãe e comecei a me conectar com famílias que perderam entes queridos por suicídio materno. Cada história tinha o mesmo peso: eram tragédias evitáveis.
Foi durante conversas com Joy Burkhard da Centro de Políticas para Saúde Mental Materna (anteriormente 2020 Mom) que a ideia de um esforço coordenado de conscientização realmente começou a tomar forma. Juntos, imaginamos uma maneira de trazer o suicídio materno para o debate nacional e homenagear as vidas perdidas.
Nesse mesmo ano, o Centro de Políticas para Saúde Mental Materna (na época, Mom, em 2020) lançou a Semana de Conscientização sobre o Suicídio Materno nos EUA em 2018. O Mês, a Semana e o Dia de Conscientização sobre o Suicídio Materno foram todos estabelecidos juntos— com setembro designado como mês oficial, e uma semana e um dia dedicados a ele. O objetivo era simples, mas urgente: educar, lembrar e agir.
- Mês de conscientização sobre o suicídio materno: Um momento de educação contínua, lembrança e defesa ao longo de setembro.
- Semana de Conscientização sobre o Suicídio Materno: Uma semana de conscientização e narração de histórias concentradas, envolvendo comunidades, profissionais de saúde e defensores.
- Dia de Conscientização sobre o Suicídio Materno: Um dia específico de lembrança e ação, homenageando vidas perdidas e chamando a atenção para a necessidade de mudança sistêmica.
Juntas, essas comemorações criaram a primeira plataforma nacional coordenada para reconhecer o suicídio materno, um passo à frente para quebrar o silêncio em torno desta crise devastadora. Em 2024, o muro memorial e a campanha de conscientização nas redes sociais foram oficialmente entregues à Cherished Mom.
Muro Memorial do Suicídio Materno
In Setembro de 2024, durante o lançamento do Campanha "MÃE está bem?", o Centro de Políticas confiou à Querida Mãe a tarefa de Muro Memorial do Suicídio Materno—uma poderosa homenagem virtual às mães que perdemos. Este memorial continua a ser uma lembrança e um chamado à ação, garantindo que as vozes e histórias das mães jamais sejam esquecidas.
A A MÃE está bem? Campanha

Deste movimento surgiu a Campanha "MÃE está bem?"—uma pergunta simples, mas poderosa, que pode mudar (e até salvar) uma vida.
A campanha foi criada para estimular conversas, abrir portas para a honestidade e nos lembrar que, por trás de cada sorriso ou publicação nas redes sociais, uma mãe pode estar lutando em silêncio. Ao usar as palavras, compartilhar a mensagem ou fazer a pergunta, quebramos o estigma e criamos uma cultura onde as mães se sentem seguras para dizer: “Na verdade, não estou bem.”

Como parte da campanha, realizaremos liberação de borboletas cerimônias Para homenagear as vidas de mães perdidas por suicídio materno. Cada borboleta representa uma vida lembrada, uma família transformada para sempre e nosso compromisso coletivo de garantir que nenhuma mãe seja esquecida.
Por meio de camisetas, campanhas nas redes sociais e advocacy popular, A MÃE está bem? tornou-se um chamado reconhecível por compaixão e conscientização. Não é apenas um slogan — é uma tábua de salvação.
Por que isso importa
Cada mãe que morre por suicídio deixa para trás filhos, famílias e comunidades em luto. Cada perda nos lembra das lacunas em nossos sistemas de saúde, da falta de recursos e da necessidade urgente de educação e apoio em relação à saúde mental materna.
Mas também nos lembra que podemos fazer melhor.
- By normalizando conversas sobre saúde mental materna.
- By provedores de treinamento para selecionar e dar suporte a novos pais.
- By ouvir sem julgar quando uma mãe corajosamente compartilha sua luta.
Juntos, podemos construir um futuro onde nenhuma mãe se sinta sozinha e nenhuma família suporte a dor de perder uma mãe para o suicídio.
Homenageando as famílias por trás do memorial
A Muro Memorial do Suicídio Materno não é apenas uma coleção de nomes e fotos — é uma homenagem viva e pulsante, criada pela coragem e pelo amor de famílias que escolheram compartilhar as histórias de suas mães.
A cada família que nos confiou a memória de seu ente querido: nós os vemos, os honramos e guardamos suas histórias com profundo respeito. Ao compartilhar essas histórias, vocês deram ao mundo a chance de lembrar não apenas a tragédia da perda, mas também a beleza, a força e o amor das mulheres por trás de cada nome.
Sua bravura garante que seus legados continuem vivos — não apenas como um lembrete do que perdemos, mas como um catalisador para a mudança.

Junte-se a nós no movimento
Neste mês de setembro, e em todos os setembros, lembramos as mães que perdemos e nos comprometemos a salvar vidas. Você pode se juntar a nós:
- Usar ou compartilhar o a mamãe está bem? campanha.
- Visitando e homenageando as mães no Muro Memorial do Suicídio Materno.
- Compartilhando recursos educacionais durante o Mês, a Semana e o Dia de Conscientização sobre o Suicídio Materno.
- Visitar as mães em sua vida — não apenas uma vez, mas regularmente.
- Porque às vezes a coisa mais poderosa que podemos fazer é perguntar: “a mamãe está bem?”+
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